terça-feira, 26 de julho de 2011

muito sentimento, mas poucas palavras fazem este impasse em que estou :s

live !


"Não esperes um sorriso... para ser gentil
Não esperes ser amado... para amar
Não esperes pela doença… para reconheceres o quão frágil é a Vida
Não esperes ter dinheiro aos montes… para depois contribuíres
Não esperes por pessoas perfeitas… para depois te apaixonares
Não esperes o emprego... para começares a trabalhar
Não esperes a queda... para lembrar do concelho´
Não esperes a mágoa... para pedires perdão
Não esperes a separação... para procurares a reconciliação
Não esperes a dor... para acreditar na oração
Não esperes ficar sozinho... para reconheceres o valor de quem está ao teu lado
Não esperes ficar de luto... para reconheceres quem hoje é importante na tua vida
Não esperes a enfermidade... para perceberes o quanto é frágil a vida
Não esperes pessoas prefeitas... para então apaixonares
Não esperes elogios... para acreditar em ti mesmo
Não esperes que o outro tome a iniciativa... se tu foste o culpado
Não esperes o "Amo-te"... para dizeres "Eu tambem"
Não esperes o dia da tua morte... para começares a amar a Vida"
Fazes-me querer conseguir o impossível para torna-lo possível.

sábado, 16 de julho de 2011

pobre indefeso...









Sinceramente não percebo a sociedade de hoje em dia... Se uma pessoa é atacada por outra levam-na ao hospital, mas se isso acontece a pobre passarinho indefeso atacado por um maior que ele, já é a lei da vida, essa pessoa se morrer vão processar o médico porque não o salvaram, mas quando o pequeno coraçãozinho do pássaro parar de bater,porque já não aguenta mais o sofrimento, foi porque o destino assim o quis, e nem uma mão levantaram para o ajudar.
À uns milhares de anos, o que se tornou no ser humano de hoje em dia, era tão insignificante como um passarinho, mas agora considera-mo-nos superiores, como alguns monstros, sim porque não são consideradas pessoas, que pensam que por assim ser podem magoar os animais indefesos, mas um animal pensa, vive e sente como nós. Como nós sentimos fome eles também.Como nós sentimos sede, eles também. Como nós sentimos dor, eles também. Estes factos do mundo comprimem-me a alma e fazem arder a minha garganta num grito abafado que quer pronunciar a injustiça do ser humano.
Só espero que a mente desta sociedade retrograda evolua tanto como os objectos que para ser lazer o fizeram.

"Jamais creia que os animais sofrem menos do que os humanos. A dor é a mesma para eles e para nós. Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos."
( Dr. Louis J. Camuti ) 

quarta-feira, 6 de julho de 2011

sapo...



 Lá vai com o tempo os pensamentos de menina quando sonhava com o “Príncipe Encantado”, nós, as raparigas, estamos sempre à espera do rapaz perfeito, aquele com que sempre sonhamos, mas sabem que mais? Ele não existe!
Os príncipes que existirem querem princesas, e ninguém é perfeito , eu  fico contente com um sapo goste de mim tal como sou, única.
Querem o rapaz perfeito? Comprem o Ken.

terça-feira, 5 de julho de 2011

liberdade de uma pena











A vida complicada, e quanto mais se cresce, mais difícil fica, mas se olharmos à nossa volta, neste mundo a nossa vida é como uma pequena pena, um pouco até insignificante e demasiado frágil. As pessoas, a nossa família, os nossos amigos e até a pessoa que gostamos  são o mais importante do mundo mas eles não são perfeitos, tal como qualquer outro ser humano, não podemos agarrar-nos a eles e esperar que resolvam os nossos problemas , se queremos crescer temos que arcar com as consequências, temos que ser auto-suficientes. Às vezes depositamos as nossas esperanças numa pessoa e saímos magoados no final, já o fiz muitas vezes e muitas vezes correu mal. As tristezas passadas formaram a barreira invisível que travam a ilusão, mas não consigo resistir, eu, uma pura peixes, influenciada por Neptuno, tenho a ingenuidade de uma menina, uma simples criança que acha que o mundo ainda é um pouco cor-de-rosa e que todas as pessoas são verdadeiras, mas que quando é magoada sofre muito, vivo tudo muito a peito.
Queria voltar a ser aquela menina pequena, com lábios vermelhos como um botão de rosa, olhos verdes como a relva e pele clara como a neve, que podia refugiar-se nos braços dos pais, refugiar-se dos males do mundo e de todos os problemas, era meu porto de abrigo.
 Queria ser essa pena e poder dançar com o vento sentido o calor do sol a abraçar-me sussurrando pequenos murmuros só por mim audíveis, quero ser livre, quero sair desta realidade, mas o que quero mesmo é ser feliz.